Sempre fui uma boa ouvinte. Gosto de conhecer as histórias de vida das pessoas, acompanhar os processos de desabrochar, ouvir sobre suas emoções e sentimentos profundos. Assim, acolho qualquer pessoa que me procurar.
Por outro lado, a trajetória da minha vida levou com que eu aprofundasse o meu olhar para a infância; os adultos que, como pais ou cuidadores, estão relacionados às crianças; pessoas com dificuldades de aprendizagem; pessoas em busca de melhorar a comunicação; pessoas comprometidas com seu autoconhecimento e em busca de transformarem suas dores profundas.
Um pouco da minha caminhada:
Fui uma criança quieta mas muito curiosa. Sabia o que queria e era difícil abrir mão quando tinha certeza da minha escolha.
Duas características minhas chamavam atenção dos adultos – o fato de eu falar pouco e o fato de saber e batalhar por aquilo que queria. Meus pais foram orientados a me levar para uma ludoterapia e fonoaudióloga. Assim, comecei cedo esse processo de autoconhecimento sem nem saber. A única coisa que sabia é que incomodava as pessoas o fato de eu “ser diferente”.
Sempre muito observadora, ficava indignada com a maneira como os adultos tratavam as crianças. As mentiras que contavam para elas, o menosprezo ao (não) ouvi-las.
De outro lado, brinquei muito. Fui privilegiada de ter tido muito contato com a natureza a minha vida toda. Brinquei nas árvores, fiz comidinhas com plantas e flores, nadei em mares e rios.
Quando adolescente, comecei a prestar atenção nas características das pessoas. Via semelhanças através dos signos e também dos nomes delas – nem imaginava que havia estudos de numerologia e, até mesmo, astrologia era algo vago.
Cedo, decidi duas coisas importantes: trabalhar com crianças e fazer terapia. Esses dois caminhos me acompanham até hoje.
Queria ouvir as crianças e queria garantir para elas uma infância digna em todos os aspectos.
Por isso, trabalhei inicialmente como professora, depois como formadora de professores. Trabalhei com crianças que dormiam nas ruas do centro de São Paulo, frequentadoras de projetos sociais e também trabalhei com crianças muito ricas. Vi de perto a dor e a solidariedade de quem não tem o que comer e nem onde dormir. Mas também vi de perto a dor e solidariedade daqueles que tem muita coisa material. Conhecer a singularidade de cada uma sempre me enriqueceu.
Olhar cada criança com seu modo único de ser e estar no mundo.
Trabalhei em escolas mais convencionais, mas busquei me aprofundar em instituições que davam/dão espaço para as crianças brincarem e construírem sua subjetividade e autonomia.
A uma certa altura, comecei a compartilhar esse saber adquirido através da formação de educadores. Trabalhei com muitos grupos de professores ajudando-os a integrar a sensibilidade, o lúdico, a subjetividade na sala de aula. Para isso, convidava a olharem para suas infâncias.
Inicialmente a vida me convidou a trabalhar com a criança dentro das instituições e em paralelo estudar e me aprofundar na busca da minha alma e da alma humana. Hoje, alio esses dois caminhos profissionalmente. Trabalho com a criança real, fora da instituição, e a criança que todos carregamos internamente.
Através das essências florais, procuro:
Apoiar as crianças para melhor dormir, expressar, relacionar-se com seus medos, fantasias, angústias, ansiedades, encontrar foco, superar dificuldades nos estudos.
Orientar os pais na busca de novos olhares para seus filhos. Nessa jornada, convido-os a olharem para suas crianças internas.
Trabalhar com professores, individualmente ou em grupo, ajudando-os a olharem e integrarem suas infâncias.
Apoiar jovens e adultos que buscam autoconhecimento, transformação e bem estar emocional fazendo uso dos florais ou da Calatonia.
Tanto os florais como os toques sutis da Calatonia atuam no nosso corpo transformando nossas vibrações. Nesse sentido a mudança se faz, o salto quântico acontece. O processo de transformação profunda ocorre em vários níveis – é preciso nos conhecer, compreender nossas dores para transmutá-las, mas aliar esse conhecimento a uma nova frequência nos ajuda a dar o salto.
Coragem e determinação fazem parte do processo. A mão e o olhar caloroso do terapeuta nos apoiam .